
Silêncio, minha alma está em silêncio. Percebo brotar, minunciosamente, um desejo torturante. Um desejo que me rasga ao meio e me coloca de ponta cabeça.
De ponta cabeça deparo com minha face nua, frente ao espelho. Um espelho vazio, tão vazio quanto estou agora. Percebo novamente o silêncio, e olho para o lado como quem não quer ver. Me auto-sabotando. Fugindo de mim mesma. Fugindo do que sinto. Do que sou.
O que sou?
Mayna Delle Donne Néo


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